quinta-feira, 5 de março de 2009

GENPO 2009

Presidente – Renato Sagula
Vice – Presidente –Alexandre Emanuel 1º D
Conselheiros: Rarikan Heven, Raylander Maia, Marciano Rodrigues e Aquila Malcã.
Secretário Geral – Ariane Adriely 2º
Primeiro Secretário – Williann Torres 1º C
Tesoureiro Geral – Ana Claudia Fernandes 2° A.
Primeiro Tesoureiro – Gleyson Silva 1º A.
Coordenador Geral: Mara Meire 3º A.
Coordenador Matutino: Luan Marques 1º F.
Coordenador Vespertino: Victor Hugo 2º H.
Coordenador Noturno: Tamara Geórgia 1º II
Diretor Social – Paulo Henrique 3º A, Daniela Oliveira 3º A e Kamila (Noturno)
Diretor de Comunicação – Marcos Velasco 2º e Yves Marcel 1º E.
Diretor de Imprensa – Gene 3º B, Kryslaine Michelly 2º I e Reinald 1º A.
Diretor de Esportes – André Vinicius 1º D, Jozan Diego 1º I, Kessi 6ª B e Renner Abbas 3º A.
Diretor de Cultura – Meyrellyson Rodrigues 2º H, Maysa 3º e Yasmim Ormond 2º B.
Diretor de Políticas Educacionais – Ellen 7º A, Renan 1º F e Emilli 3º I (Noturno)
Diretor de Mobilizações sociais – Guilherme 7º D, Rodolfo Kusumoto 2º e Tamires 2º II (Noturno)
Diretor Anti-Preconceito: Rodail, Angélica Lima 3º A

11 de março: UBES vai ocupar Senado em defesa da reserva de vagas

Estudantes farão vigília no plenário do Senado para pressionar pela aprovação do Projeto de Lei

A UBES está convocando estudantes de todo o País para uma ocupação no Senado Federal em defesa da reserva de vagas no dia 11 de março. O objetivo é pressionar os parlamentares pela aprovação do PL 3.913/08, que reserva 50% das vagas em universidades públicas para alunos de escolas públicas.

Dentro desta cota, haverá vagas específicas para candidatos que se declararem negros ou índios, proporcionais de acordo com a região do país em que está a instituição de ensino. Os deficientes também teriam vagas reservadas, independente de terem estudado em escolas públicas.

"Sempre defendemos a reserva de vagas, pois compreendemos que só dando oportunidade ao povo é que poderemos transformar nosso País. Nessa ocupação vamos reforçar nosso posicionamento e pressionar para que o projeto seja aprovado o quanto antes", afirma o presidente da UBES, Ismael Cardoso.

O projeto
As vagas reservadas pelo sistema devem ser preenchidas por candidatos "autodeclarados negros, pardos e indígenas", em número no mínimo igual à proporção destas populações no Estado onde fica a instituição de ensino. Para tanto, serão considerados os dados do último censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Um acordo entre os parlamentares também incluiu um critério social no sistema de cotas. Assim, 25% das vagas reservadas serão destinadas para aqueles que, além de terem estudado em escolas públicas, sejam de famílias com renda de até um salário mínimo e meio por pessoa (cerca de R$ 622,50), independente de raça ou etnia.

De acordo com o texto, as universidades públicas deverão selecionar os alunos do ensino médio em escolas públicas tendo como base o coeficiente de rendimento, obtido através de média aritmética das notas ou menções obtidas no período, considerando-se o currículo comum a ser estabelecido pelo Ministério da Educação. As cotas deverão ser respeitadas em cada curso e turno das universidades.

O texto faculta às instituições privadas de ensino superior o mesmo regime de cotas em seus exames de ingresso.

UBES

Ubes 60 Anos
Em cada escola um Grêmio construindo uma nova escola.
Contra o Aumento da Tarifa Municipal e pela Ampliação do Passe Livre.

É um ano muito importante para os estudantes brasileiros onde comemoramos 60 anos da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), que desde a sua fundação sempre cumpriu seu papel em defesa do Brasil e de uma Educação Pública, Gratuita, Laica, Democrática e de Qualidade.

Já na década de 50 a UBES foi a pioneira na campanha “O petróleo é Nosso” que culminou na grande vitória que foi a criação da Petrobrás que hoje é um dos símbolos do orgulho nacional. Nas décadas de 60,70 e 80 a UBES foi importante na luta contra a Ditadura Militar e pela Redemocratização do Brasil. Outras lutas foram símbolos dessa gloriosa entidade como as Diretas Já, o Fora Collor, a Lei do Grêmio Livre, volta do ensino médio integrado com o técnico nas escolas técnicas, criação do FUNDEB e entre outras conquistas.

Nos dias de hoje a UBES continua a todo vapor, com o som bem alto, nas escolas e nas ruas de nosso país, lutando pela construção de uma nova escola com mais verba, democracia e qualidade.

Em Cuiabá não é diferente a UBES está nas ruas lutando juntamente com o SINTEP pelo reajuste do piso salarial da categoria dos professores da rede estadual, contra o aumento da tarifa municipal e ampliação do passe livre. Começamos o ano participando e sendo destaque numa grande passeata no dia 18 de fevereiro onde os estudantes e a sociedade cuiabana foram para as ruas lutar contra o aumento da tarifa e pela ampliação do passe livre.

Esse foi apenas o começo de um ano repleto de mobilizações para que possamos alcançar todos os nossos objetivos de conseguir uma cidade, um estado e um País com acesso a um transporte digno, educação pública de qualidade, novo modelo de acesso a Universidade pública, professores bem remunerados, passe livre irrestrito e não as cotas na Meia Entrada.


Rarikan Heven – 1° Diretor de Políticas Institucionais da UBES
www.ubesmatogrosso.blogspot.com // www.ubes.org.br

domingo, 9 de novembro de 2008

Protocolo garante vagas gratuitas no Sistema S para estudantes e trabalhadores de baixa renda

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou nesta quarta-feira, 5, decretos que alteram os regimentos dos serviços do Sistema S. Senai, Sesi, Senac e Sesc, a partir de agora, devem ampliar a gratuidade e o número de vagas em cursos técnicos de formação inicial e continuada destinados a alunos e trabalhadores de baixa renda, empregados ou desempregados, em todo o país.

Em 60 anos, é a primeira vez que ocorre uma grande reforma no estatuto das entidades. A mudança foi precedida por diálogos entre o governo federal e representantes dos segmentos da indústria e do comércio, mantidos em seis reuniões de negociação, de maio a julho deste ano. O acordo, firmado em 22 de julho, integra as ações do governo federal para aumentar a oferta de cursos técnicos e profissionalizantes.

Na prática, jovens e adultos terão mais oportunidades de se qualificar em cursos gratuitos de formação inicial e continuada oferecidos em módulos. Foi estabelecido um itinerário formativo, pelo qual o aluno ou o trabalhador vai se qualificando de acordo com a necessidade e as demandas do mercado de trabalho. Além da formação, foram incluídas no acordo ações educativas que envolvam lazer, cultura e esporte a serem desenvolvidas pelos serviços sociais da indústria (Sesi) e do comércio (Sesc).

As mudanças incluem todas as unidades de formação profissional dos serviços nacionais de aprendizado industrial (Senai) e comercial (Senac), além dos teatros, ginásios, centros culturais e escolas do Sesi e do Sesc em todos os estados e no Distrito Federal — alcançam cerca de 2,8 mil municípios. A implantação será gradual e crescente, de 2009 até 2014. A receita das entidades, que se origina de contribuições compulsórias, soma cerca de R$ 7 bilhões, com base nos dados de 2008. Pelo acordo, o valor destinado à aplicação em vagas gratuitas deve alcançar, em 2014, R$ 4,8 bilhões.

Senai — O serviço vai destinar, anualmente, dois terços da receita líquida da contribuição compulsória à abertura de vagas gratuitas em cursos e programas de formação inicial e continuada e de formação de nível médio. Os recursos devem evoluir, a cada ano, a partir de 2009, até alcançar 66,6% em 2014. Nesse contexto, o protocolo de compromisso prevê um roteiro: 50% em 2009; 53% em 2010; 56% em 2011; 59% em 2012; 62% em 2013 e 66,6% em 2014.

Os cursos de formação inicial terão carga horária mínima de 160 horas, mas os de formação continuada não estão sujeitos a limite mínimo de carga horária. As duas modalidades podem ser estruturadas em módulos, que compõem o itinerário formativo.

Sesi — O protocolo prevê que o serviço destine, anualmente, um terço da receita líquida da contribuição compulsória à educação, compreendendo educação básica e continuada e ações educacionais de saúde, esporte, cultura e lazer para estudantes. A metade desses recursos será destinada a estudantes de baixa renda. A alocação de recursos para a educação evoluirá entre 2009 e 2014. Assim, serão 28% em 2009; 29% em 2010; 30% em 2011 31% em 2012; 32% em 2013 e 33,33% em 2014.

Senac — O serviço compromete-se a oferecer vagas gratuitas em cursos de formação inicial e continuada e de educação técnica de nível médio a partir de 2009, com evolução anual até 2014. Os cursos gratuitos destinam-se a pessoas de baixa renda — alunos matriculados ou egressos da educação básica e trabalhadores, empregados ou desempregados. Na evolução das vagas gratuitas, serão 20% em 2009; 25% em 2010; 35% em 2011; 45% em 2012; 55% em 2013 e 66,6% em 2014. Os cursos de formação inicial terão, no mínimo, 160 horas.

Sesc — O serviço assumiu o compromisso de aplicar um terço da receita líquida em educação básica e continuada e em ações educacionais desenvolvidas em seus programas, na escala de 10% em 2009; 15% em 2010; 20% em 2011; 25% em 2012; 30% em 2013 e 33,3% em 2014. A metade desses valores será destinada à gratuidade de estudantes de baixa renda.